quarta-feira, 21 de junho de 2017

Depois do sucesso da viagem de volta à URSS, os cientistas do túnel do tempo do Jaburu projetam visita presidencial à Ricardo Coração de Leão.






O atual governo brasileiro vem sofrendo abalos em sua imagem internacional pelo fato de nenhum chefe de estado importante desejar vir ao Brasil pós impeachment. Sequer o Papa Francisco, que também é chefe de estado (do Vaticano), arrumou um espaço em sua agenda para comparecer aos festejos da padroeira!

Mas o governo brasileiro com seu estafe de cientistas brilhantes resolveu o problema. O presidente entrará definitivamente na história como aquele que realizou as viagens mais fantásticas pelo mundo da história. As viagens de Gulliver ficarão completamente ultrapassadas após a agenda de visitas do planalto.

A visitação à antiga União Soviética foi um completo sucesso. Visto que o atual presidente russo sequer esteve com o presidente brasileiro, resta comprovada a eficácia da viagem no tempo. 

Agora, a próxima viagem agendada é para a Inglaterra, onde nossa representação irá se reunir com o Rei Ricardo Coração de Leão para ajustar uma possível participação brasileira nas cruzadas. Medida que poderá abrir espaço ao nosso país para participar do fabuloso corredor comercial entre ocidente e oriente que será aberto como consequência desta operação militar. Iremos enviar pau-brasil e receber especiarias !

O Ministro das Relações Exteriores é um grande entusiasta da ideia. Acredita que será uma oportunidade ímpar para derrotar os "bolivarianos" de Saladino !

Mas não é só no plano internacional que o atual governo irá aliar a pesquisa do túnel do tempo com os benefícios econômicos.

No plano interno novos projetos e obras ocorrerão neste sentido. 

Com as reformas da previdência e trabalhista abre-se a oportunidade para as obras de recuperação do Cais do Valongo, no Rio de Janeiro, que dentro de pouco tempo estará apto a novamente receber os navios negreiros que trarão importante incremento de mão de obra ao agronegócio brasileiro !

Há um projeto, inclusive, de trazer para nossa época o famoso Comendador Joaquim José de Souza Breves, que é o maior conhecedor do tráfico negreiro no Brasil.

O cuidado especial que os cientistas que operam o túnel do tempo têm é para que a Princesa Isabel não venha para a nossa época. Seria uma saia justa para quem usava anágua e espartilho !

Obs: esta é uma obra de ficção muito próxima da realidade !

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terça-feira, 20 de junho de 2017

Site oficial coloca nota que o presidente está em visita à URSS !!! É urgente a volta da história como matéria obrigatória !!!






O atual presidente da República está desde a segunda-feira na Rússia para tentar minimizar os efeitos dos escândalos dos frigoríficos frente ao nosso maior comprador do produto no mundo.

Acontece que o site oficial do Palácio do Planalto informou, em nota, que o presidente foi para a "República Soviética da Rússia" !!! Este nome não existe mais desde que caiu o regime comunista em 1991. O nome correto atual é Federação Russa. A menos que nosso presidente tenha feito a viagem embarcado no Delorean voador do filme "de volta para o futuro". 

Talvez, isso explique várias políticas que o atual regime brasileiro vem adotando e que lembram muito as medidas dos tempos da guerra fria !

Isso também explica o porquê de muita gente no atual governo apoiar que as disciplinas de história e geografia não sejam mais obrigatórias. Assim, eles podem escrever as 'pataquadas" que desejarem !!!

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domingo, 18 de junho de 2017

Vida de gado beneficia a previdência privada.





Na última "marcha para Jesus" ocorrida em várias cidades do Brasil, milhares de fiéis das igrejas evangélicas lotaram as ruas sob a batuta dos seus pastores, apóstolos, bispos e congêneres. 

Nesta última marcha a fé em Jesus esteve ao lado da defesa das reformas trabalhista e da previdência. Embora não sejam do interesse da população acabou sendo defendida por todos já que aqueles que possuem uma linha direta com o "altíssimo" informaram ao povo da importância desta pauta.

Acontece que os empresários do ramo "gospel" já possuem um projeto de previdência privada para o universo cristão protestante. Vai ter o dízimo, a oferta e o desconto para a previdência evangélica. Afinal, ninguém vai ficar contando só com as orações para garantir a sua tranquilidade futura !

O gado vai na marcha feliz para o abate !

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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Projeto de Lei visa permitir que funcionários públicos estáveis possam ser demitidos.


A garantia da estabilidade para os funcionários públicos vem sendo atacada através do tempo. De início, várias carreiras deixaram de ser estatutárias e passaram a ser regradas pelo sistema da CLT. Depois, veio a aprovação da lei das terceirizações que permite a precarização de vários outros trabalhadores. Visto que o terceirizado acaba tendo menos garantias ainda que os celetistas. Porém, o que fazer com muitos servidores que entraram no serviço público pelo regime estatutário e já cumpriram seu estágio probatório? A solução para a relativização da estabilidade está sendo discutida no congresso nacional por um projeto de lei que, se aprovado, irá prever exames periódicos impostos aos funcionários. Aqueles que não conseguirem determinada pontuação poderão ser demitidos.

O citado projeto de lei é o de número 116/2017, que foi apresentado pela senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE). Este projeto prevê a possibilidade da demissão dos servidores públicos estáveis e que já passaram pelo estágio probatório. Serão realizadas avaliações de desempenho semestrais e aqueles funcionários que não conseguirem uma determinada média em 3 exames consecutivos ficam sujeitos à demissão.

Há a previsão de que o funcionário poderá recorrer administrativa e judicialmente. Mas da possibilidade de recurso a um julgamento realmente justo, independente e imparcial vai uma distância muito grande. A nossa justiça está sendo vista com muita desconfiança ultimamente.

A estabilidade do funcionalismo público está sendo esquartejada aos poucos.

Matéria do Correio Braziliense sobre este tema:
http://blogs.correiobraziliense.com.br/papodeconcurseiro/servidores-publicos-estaveis-podem-perder-cargo-mau-desempenho/ 

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quinta-feira, 15 de junho de 2017

A arqueologia urbana e o sítio de São João Marcos.

(ruínas da igreja matriz de São João Marcos)

Muitas pessoas visualizam o trabalho dos arqueólogos unicamente em paisagens isoladas ou hostis. Como os acampamentos que são realizados em regiões de selva ou nas areias desérticas. Contudo, a arqueologia também é realizada no meio urbano. Nas obras realizadas para a revitalização de espaços no centro da cidade do Rio de Janeiro, por conta dos jogos olímpicos, vimos intenso trabalho arqueológico em sítios que brotavam a todo instante. Bastava quebrar uma calçada ou tirar o asfalto de uma das ruas principais que se deparavam com os testemunhos físicos de outras épocas em que as pessoas habitavam e se relacionavam de forma peculiar no mesmo espaço.

O arqueólogo estadunidense Edward Staski definiu a arqueologia urbana como "o estudo das relações entre cultura material, comportamento humano e cognição num assentamento urbano". A interpretação dos vestígios arqueológicos urbanos são capazes de mostrar como o mesmo espaço foi utilizado nas diversas fazes daquele mesmo aglomerado urbano e como estas diversas épocas dialogam ente si na construção do que temos e vivemos agora.

No tocante à arqueologia urbana, ainda podemos acrescentar as palavras da arqueóloga, formada pela FURG, Maritza Dode: "Este tipo de Arqueologia é capaz de trazer à tona indícios da complexidade de construção de uma cidade, onde diferentes etnias, grupos socioeconômicos, políticos e religiosos, onde diferentes ideias e ideais conviveram ao longo do tempo. É, assim, capaz de despertar nos indivíduos que habitam a cidade uma reapropriação de sua própria história e de seu patrimônio, proporcionando uma nova relação com espaços cotidianos".

Contudo, nem sempre a arqueologia urbana se dá exatamente no meio urbano atual. Pode ocorrer de se realizar esta atividade sobre os vestígios de uma localidade urbana que foi abandonada ou, por outro motivo, demolida. Este é o caso do sítio arqueológico de São João Marcos, no interior do Estado do Rio de Janeiro. Neste local houve um esforço do setor de arqueologia da Universidade Federal Rural do Estado do Rio de Janeiro (UFRRJ), com a parceria da empresa Light, para trazer do solo a história de uma importante cidade do Brasil império que foi destruída na década de 40.

São João Marcos foi uma cidade situada no "vale do café", entre Mangaratiba e Rio Claro. A riqueza de sua arquitetura colonial motivou que esta fosse a primeira cidade, no Brasil, tombada pelo patrimônio histórico. Além de ser rodeada por grandes fazendas de café, o centro urbano contava com uma fábrica de tecidos, teatro, cinema, clube, a igreja matriz e outra menor, comércio diverso, a casa do capitão-mor, o casario das ruas e vilas, praças, entre outros.

Por São João Marcos também passava a estrada imperial, que fazia parte da estrada real que ligava o Rio de Janeiro  às Minas Gerais, Por esse caminho escoava o ouro a caminho da metrópole portuguesa.


No município de São João Marcos ainda se encontrava a propriedade rural que era a sede do império cafeeiro do Comendador Joaquim José de Souza Breves. Era considerado o "rei do café" no período imperial e foi feito comendador da Imperial Ordem de Cristo. Foi um dos poucos grandes proprietários de terras daquele tempo que não desejou comprar o título de "barão". O comendador também era coronel da Guarda Nacional. No final do período cafeeiro tanto a família Breves como a cidade de São João Marcos entraram em relativa decadência.

Outra figura importante da história da cidade do Rio de Janeiro que tinha ligação com São João Marcos foi o prefeito Pereira Passos. Ele nasceu e viveu até os 14 anos na Fazenda do Bálsamo, que ficava naquele município. São João Marcos também serviu de pouso na viagem que D. Pedro I realizou até São Paulo, quando proclamou a independência às margens do rio Ipiranga. Diz-se que o imperador levou quatro cidadãos "marcocenses" para reforçar a sua guarda.

Na década de 40 havia uma grande crise de água no Rio de Janeiro, então capital da república. A solução encontrada pelo governo foi de aumentar o reservatório da barragem de Ribeirão das Lages. Isto implicou na inundação da cidade de São João Marcos que ficava próxima. Assim, a cidade foi destombada e seus cidadãos desapropriados para a construção do grande lago. O presidente Getúlio Vargas indenizou os moradores e mandou destruir toda a cidade a marretadas.

Ao final, houve um erro de cálculo e a quantidade de água do reservatório teve que ser menor do que a prevista. Com isto, a cidade não foi inundada mas permaneceu só os escombros. Todas as famílias tiveram que se mudar para cidades vizinhas.

Hoje, o sítio arqueológico se transformou em um museu aberto a visitações. Há uma cantina que serve pratos de um livro de receitas encontrado nas escavações. Vale a pena conferir!

Vídeo sobre o parque arqueológico de São João Marcos:
https://www.youtube.com/watch?v=2WbbQkjpUfw 

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quarta-feira, 14 de junho de 2017

A patrulha sobre os livros escolares e a grande queima de 1933.



Durante o regime nazista na Alemanha, o governo pretendeu realizar uma "limpeza" literária e intelectual. Agentes políticos do governo editaram "listas negras" contendo relações de livros, considerados inconvenientes, que não deveriam ser lidos. Este movimento se radicalizou até ocorrerem, em 10 de maio de 1933, grandes queimas de livros nas principais cidades universitárias alemãs. Este fato foi reproduzido no cinema pelo filme "A menina que roubava livros". Obras de vários autores reconhecidos internacionalmente viraram cinzas, tais como: Albert Einstein, Stefan Zweig, Heinrich e Thomas Mann, Sigmund Freud, Erich Kastner, Erich Maria Remarque e Ricarda Huch. A obra do Dr. Freud, que hoje é um dos pilares da psicologia moderna, chocava por conta de sua teoria sobre a sexualidade infantil.

Muitos anos depois, no Brasil atual, cresce um movimento de políticos conservadores e ligados a bancadas religiosas que se rogam no papel de censores dos livros didáticos distribuídos pelo Ministério da Educação. Desta forma, vai sendo construída nossa lista negra literária. A obra da vez trata-se de um livro de contos populares para crianças, o título da obra é "Enquanto o sono não vem", que tem a autoria de José Mauro Brant. O livro é um apanhado de contos de vários países e culturas.

Alguns professores esboçaram estranhamento em relação a um dos contos presentes no livro. Isto chegou a certos políticos que aproveitaram para fazer sua aparição através da censura moral do que propriamente pela atividade legislativa de apresentar projetos interessantes ao desenvolvimento da nação. Acontece que todo livro indicado pelo MEC passa pela análise de especialistas no assunto. São comissões de pedagogos e professores que avaliam se um material é de interesse pedagógico ou não. O livro em questão, por exemplo, foi aprovado pelo Centro de alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale) da UFMG. Que após a celeuma fez uma nova análise e reiterou seu parecer anterior. Entendemos que esse deve ser o trâmite correto. Se na ponta, os profissionais que vão trabalhar com a obra têm algum questionamento, deveria ficar exclusivamente por conta de profissionais capacitados do ramo da pedagogia o parecer sobre o aproveitamento ou recolhimento da obra.

O conto em questão apresenta o título de "A triste história de Eredegalda". Trata-se de uma narrativa em que um rei deseja se casar com a própria filha. Diante da recusa da filha, o rei manda que a prendam na torre sem o direito a beber água. Sob a angústia da sede intensa a moça acaba aquiescendo em relação ao casamento com o pai. Porém, neste instante o rei desiste e fez uma competição entre cavaleiros para entregar a mão da filha ao vencedor. O que não se realiza pois Eredegalda acaba morrendo.

Assim como aconteceu com Freud no início do século passado, temas relacionados à sexualidade ainda consistem tabus hoje em dia.

Curioso que esta temática do pai que deseja realizar algo contra um filho e que se arrepende no último momento me remeteu à história bíblica em que Deus pede que Abraão sacrifique o seu filho. Talvez, pela ótica dos nossos parlamentares, fosse o caso de proibir que menores de idade tenham acesso a bíblias e frequentem igrejas. Afinal, a Bíblia também apresenta um rol de histórias impactantes, onde temos pais contra filhos, filhos contra pais, irmão contra irmão, incesto, prostitutas, etc. Porém neste caso que envolve o livro sagrado, acredito que os políticos religiosos darão uma resposta muito acertada, que as histórias bíblicas necessitam de um tratamento hermenêutico, realizado pelo sacerdote, através do qual todos poderão se beneficiar das lições que delas são extraídas. Só que a miopia intelectual não permite que essas mesmas pessoas entendam que o mesmo processo se dá com os contos. Tais histórias deverão ser trabalhadas com os alunos através de um mediador, o pedagogo, que vai conduzir a uma leitura positiva destas diversas histórias.

Aliás, a principal função dos contos de fadas é provocar a reflexão sobre diversos assuntos. Contos de fadas não são histórias simplistas e bonitinhas. São obras complexas que trazem, numa linguagem acessível às crianças, todos os tipos de relações humanas que elas enfrentarão na vida, desde afetos e amores até os atos de violência, selvageria, ambivalência e demais pontos obscuros da alma humana. Os professores que sentem desconforto com estes contos deveriam ler a obra "A psicanálise dos contos de fadas", do psicólogo Bruno Bettelheim, que faz uma análise da importância destas histórias para a construção e desenvolvimento psicológico e social da criança.

Pude ver algumas entrevistas de políticos, sobre este caso, dizendo que é por conta do material didático "inadequado" que nossa educação escolar está muito mal. Eles esquecem de dizer que a escola vai mal porque os políticos não dão o devido valor à educação. Que os mesmos políticos não aprovam leis que determinem o investimento adequado nas escolas e nos profissionais da educação. Querem com este discurso apenas tapar o sol com a peneira.

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terça-feira, 13 de junho de 2017

"Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas". Rubem Alves e a escola sem partido.


É necessário que estejamos sempre relembrando os grandes pensadores do campo da educação no Brasil para a nova geração de pedagogos e professores. Principalmente neste período em que a educação e seus principais nomes são alvos de sórdidas campanhas difamatórias.

Nomes como do professor Anísio Teixeira, que foi um pioneiro na implantação do sistema público de ensino e via a educação como algo em constante processo de reconstrução para atingir a meta de formar homens livres e não homens dóceis. Paulo Freire foi nosso educador que atingiu maior prestígio internacional com a elaboração de sua pedagogia do oprimido, que busca a conscientização do aluno para que busque sua libertação da realidade opressiva em que vive. Outro importante  nome é o do professor Rubem Alves.

Rubem Alves era uma dessas pessoas que podemos dizer ser dono de um conhecimento enciclopédico. Além de escritor, também era psicanalista, educador e teólogo. Foi pastor luterano por muitos anos e, apesar da origem protestante, considerado um dos precursores da teologia da libertação. No campo educacional, sua visão sobre a função da escola pode ser sintetizada nesta bela frase que eternizou: "há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas".

Todos esses três grandes educadores brasileiros militavam em prol de uma educação que conferisse capacitação crítica aos alunos e  que desenvolvesse suas habilidades criativas e transformadoras. Além de defenderem a formação socioconstrutivista do processo de conhecimento.

Anísio Teixeira morreu de forma muito suspeita durante a ditadura militar. Paulo Freire e Rubem Alves forma perseguidos e se exilaram. Rubem Alves morreu a pouco tempo, em 2014, quando já vinha sofrendo por algum tempo com os efeitos do mal de parkinson.

Rubem Alves faleceu sem ter o desprazer de assistir aos grandes retrocessos pelos quais nossa educação vem passando. O atual movimento escola sem partido vai na contramão de nossa evolução no campo educacional. Sob o pretexto de uma suposta disciplina e ordem prega medidas que acabam engessando os alunos e tirando sua criatividade.  E acreditam numa educação tecnicista que prepara o aluno para o mercado de trabalho mas que não estimula sua capacidade crítica para uma vida transformadora. Os ideólogos da escola sem partido poderão conseguir que os alunos mantenham-se em forma durante os eventos cívicos, mas dificilmente os transformarão em cidadãos em toda sua plenitude.

Se o professor Rubem Alves estivesse vivo, provavelmente diria que a tal escola sem partido deseja transformar todas as escolas em gaiolas!

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