A escravidão na África apresentava significativa diversidade, sendo aparentemente maior em sociedades mais urbanizadas, variando em comunidades agrícolas ou pastoris e representando um incremento de força de trabalho, poder e riqueza para os chefes das famílias aldeãs.
A presença de escravos nos exércitos e em cargos de confiança diminuía a dependência dos governantes de suas respectivas aristocracias, contribuindo para a centralização e aumento de seu poder.
Terra e trabalho: o escravo, na África, constituía a principal forma de riqueza reprodutiva, pois era o trabalho, e não o solo, o fator de produção escassa.
A terra, entretanto, não era destituída de valor, sendo utilizada por chefes de família e governantes, através dos seus direitos de cedê-la ou não, para manter ou ampliar seus vínculos de mando.
O sacrifício ritual: era comum, no continente, o sacrifício e a imolação ritual dos escravos em ocasiões especiais. Ex: morte do rei, epidemias, secas, etc.
Da redução à escravidão: se dava, principalmente, por meio da guerra, do sequestro, de castigos penais, dívidas, abuso de poder, desterro político, entre outras formas. A grande maioria dos escravos, no entanto, provinha de conflitos armados ou já nascia sob a condição da escravidão.
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Nobre colega, super interessante o seu blog, gostaria de lhe parabenizar...
ResponderExcluirse possível coloque as fontes em seus texto, livros que contem mais sobre a africa o comercio africano de negros pelo próprio negro..agradeço.