O PROCESSO, A DINÂMICA, O DIÁLOGO E O CONTEXTO.
Tenho percebido que o uso de certas palavrinhas mágicas ou da moda fazem uma boa diferença na maneira como a Academia e seus mestres enxergam o texto de um graduando.
Se vc disser que - a Coroa portuguesa, por conta da expansão comercial, aparelhou a esquadra comandada por Cabral que veio descobrir ou tomar posse do Brasil - você poderá ser tachado de fazer um texto narrativo e, por isso, receber um grau de avaliação mais baixo.
Por outro lado, se vc usar o pó de pirlimpimpim das palavrinhas da moda
e disser - a Coroa portuguesa, DIALOGANDO com o CONTEXTO comercial
expansionista do período, envia para o Atlântico esquadras, como a de
Cabral, promovendo a DINÂMICA do descobrimento - aí sim, você fez um
texto atual, segundo os ditames problematizantes
requeridos pelo moderno pensamento histórico !
No fundo, ambos disseram a mesma coisa. Contudo, as palavrinhas mágicas fazem a diferença.
Essas quatro palavras são as que mais se repetem em todas as aulas e todas as disciplinas de história. Logo, trate de utilizá-las para ficar "por dentro".
Ah ! Rupturas e continuidades tb dão um excelente ibope ! Historiador não diz que um período passou para, mudou para, ou qualquer coisa do gênero; diz que houve uma RUPTURA ! Da mesma forma, não diga que algo permaneceu igual ou semelhante, mas que houve uma CONTINUIDADE !
Contudo, é preciso ter cuidado para que a importância demasiada que se dá a tais palavras não acabem reforçando aquela antiga visão de que a história é mais discurso do que ciência.
Abaixo, Hilário Franco Jr e Jacques Le Goff conversando sobre contextos, dinâmicas, diálogos, processos, rupturas...
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No fundo, ambos disseram a mesma coisa. Contudo, as palavrinhas mágicas fazem a diferença.
Essas quatro palavras são as que mais se repetem em todas as aulas e todas as disciplinas de história. Logo, trate de utilizá-las para ficar "por dentro".
Ah ! Rupturas e continuidades tb dão um excelente ibope ! Historiador não diz que um período passou para, mudou para, ou qualquer coisa do gênero; diz que houve uma RUPTURA ! Da mesma forma, não diga que algo permaneceu igual ou semelhante, mas que houve uma CONTINUIDADE !
Contudo, é preciso ter cuidado para que a importância demasiada que se dá a tais palavras não acabem reforçando aquela antiga visão de que a história é mais discurso do que ciência.
Abaixo, Hilário Franco Jr e Jacques Le Goff conversando sobre contextos, dinâmicas, diálogos, processos, rupturas...
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huehuehuehe Meus amigos historiadores precisam ver isso!!
ResponderExcluirAtualizando: jamais diga que uma cultura ou etnia foi assimilada por outra, diga que ocorreu um processo de circularidade cultural ! :O
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